quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Decisivo, Zavascki já indicou que irá absolver réus da pena de quadrilha
 


Fernanda Calgaro e Guilherme Balza
Do UOL, em Brasília e em São Paulo
  • Fiel da balança na fase atual do julgamento do mensalão, o ministro Teori Zavascki já deu mostras de que absolverá os oito réus da acusação de formação de quadrilha que têm um novo julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal). O magistrado apresentará seu voto na sessão desta quinta-feira (26), com início programado para 10h.
Os réus cujas condenações por formação de quadrilha estão sendo revista são o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares; os publicitários Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz; e os ex-dirigentes do Banco Rural Kátia Rabello e José Roberto Salgado.
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O julgamento do mensalão no STF200 fotos

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26.fev.2014 - O ministro Ricardo Lewandowski retoma nesta quarta-feira (26) no STF (Supremo Tribunal Federal) a parte final do julgamento do mensalão. Os ministros vão decidir se os réus mais importantes do caso vão ter ou não as penas reduzidas Sérgio Lima/Folhapress
Os acusados tiveram direito a um novo julgamento porque no ano passado o Supremo entendeu que são cabíveis embargos infringentes para réus que foram condenados, mas receberam quatro votos pela absolvição.
No julgamento de 2012, votaram pela absolvição dos réus: Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Já os ministros Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Cezar Peluso e Ayres Britto votaram pela condenação por formação de quadrilha. Em função de aposentadoria compulsória, Peluso e Britto foram substituídos por Zavascki e Luís Roberto Barroso e não participam da fase atual do julgamento.

Cronologia do mensalão

  • Nelson Jr/STF Clique na imagem e relembre os principais fatos do julgamento no STF
Com a mudança, os dois novatos passaram a ser decisivos para o futuro dos condenados por formação de quadrilha.

Quatro votaram por absolvição

Na sessão de ontem (26), Barroso absolveu todos os réus, assim como Lewandowski, Toffoli e Cármen Lúcia, que anteciparam seus votos e reafirmaram o entendimento de 2012.
Até agora, o único que votou pela condenação dos réus por quadrilha foi o relator dos embargos infringentes,
ministro Luiz Fux, que deve ser seguido por Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Barbosa. A ministra Rosa Weber também deve manter o mesmo voto de 2012, absolvendo os acusados.
Com esse cenário, o voto de Zavascki será determinante para livrar ou condenar os réus.

STF retoma análise de recursos de réus no mensalão - 7 vídeos


Precedentes

Em novembro passado, quando a Corte analisava os embargos de declaração, Zavascki sustentou que as penas para as condenações por formação de quadrilha foram aumentadas de modo exagerado e desproporcional na comparação com outros crimes.
O ministro verificou que os crimes de peculato ou de corrupção tiveram aumento de pouco mais de 20%, enquanto o de quadrilha foi elevado para mais de 60%, chegando a 75% de ampliação no caso de Dirceu. Na ocasião, ele propôs a redução das penas, resultando na prescrição delas.

ENTENDA COMO FUNCIONA
A PRESCRIÇÃO

A prescrição varia em cada etapa do processo. No mensalão, o tempo de prescrição começa a ser contado a partir do momento em que a denúncia foi recebida --no caso, em 2007.

Para crimes de punição de até dois anos, a prescrição ocorre quatro anos depois do recebimento da denúncia. Penas de dois a quatro anos prescrevem em oito anos.

Se os ministros decidirem reduzir as penas quanto à quadrilha para menos do que dois anos, as penas dos condenados no mensalão serão consideradas prescritas em 2011, antes do início do julgamento.
A mesma tese foi sustentada ontem por Barroso, que defendeu a extinção de punibilidade (veja mais no box ao lado)."Há outra razão pela qual eu acho que se deveria acolher os embargos: quatro ministros absolveram (...) E eu entendo que há prescrição, portanto, extinção da punibilidade, e o ministro Teori, no voto que deu nos embargos de declaração, também entendia que estava extinta a punibilidade. Portanto, quatro entendem pela absolvição e dois, pelo menos, pela extinção da punibilidade, que significa não poder aplicar a pena", afirmou Barroso, logo após o final da sessão.
No julgamento do senador Ivo Cassol (PP-RO) no STF, em agosto de 2013, Zavascki deu outra indicação de que votará pela absolvição da acusação de quadrilha nos réus do mensalão.
Na ocasião, o ministro condenou o parlamentar por fraude em licitações, mas o absolveu da acusação de formação de quadrilha com o argumento de que a primeira condenação "supõe combinações ou ajustes" entre mais de um sujeito e "pressupõe coautoria."
Caso sejam absolvidos da acusação de quadrilha, os réus terão a pena total diminuída (veja a tabela no final do texto). Dirceu e Delúbio deixariam o regime fechado e migrariam ao semiaberto. 

Lavagem de dinheiro

Além dos oito acusados de formação de quadrilha, o ex-deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), o ex-assessor do PP João Cláudio Genú e o ex-sócio da corretora Bônus-Banval Breno Fischberg serão julgados novamente pela acusação de lavagem de dinheiro, na qual foram condenados, mas receberam quatro votos pela absolvição.
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Frases do julgamento do mensalão200 fotos

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26.fev.2014 - "Eu não preciso do seu elogio, ministro", disse o ministro Joaquim Barbosa em resposta ao voto do ministro Luís Roberto Barroso, no julgamento do mensalão nesta quarta-feira (26) Nelson Jr/STF /Arte Uol

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Azeredo escreve carta de renúncia e cai atirando no Supremo
CORREIO DO BRASIL
 
19/2/2014 12:10
Por Redação - de Belo Horizonte e São Paulo


O senador Azeredo (PSDB-MG) está envolvido no processo do 'mensalão tucano'
O senador Azeredo (PSDB-MG) está envolvido no processo do ‘mensalão tucano’

O deputado federal mineiro Eduardo Azeredo (PSDB), réu no processo do chamado mensalão tucano, renunciou ao mandato nesta quarta-feira. Ele assinou uma carta renúncia, em Belo Horizonte. A carta de renúncia foi levada a Brasília por Renato Penido Azeredo, filho do político tucano, e entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Segundo a assessoria de Azeredo, o parlamentar diz na carta de renúncia que não concorda com as acusações do processo de crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Para o parlamentar, no Supremo Tribunal Federal (STF) não há julgamento, mas “apenas condenação”. Ex-presidente da República e líder tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não pensa assim.
Embora FHC venha evitando comentar sobre a punição de tucanos com eventual participação no mensalão tucano, ele manteve sua confiança no STF:
– Eu não li o processo, acho que processo vai ser julgado, eu acredito na isenção do STF.
Azeredo é réu no processo por seu suposto envolvimento no esquema de desvio de recursos públicos montado para abastecer sua campanha à reeleição para o governo de Minas Gerais em 1998. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que o Supremo condene Azeredo a uma pena de 22 anos de prisão e pagamento de multa de R$ 451 mil por participação no esquema.
Questionado se o episódio pode ter algum impacto na campanha do provável candidato Aécio Neves à Presidência, FHC tangenciou.
– Eu não quero saber, eu não vou opinar sobre o que cada um faz. Se o STF achar que tem culpa é que tem culpa – disse.
No último dia 7, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,
pediu a condenação de Azeredo por ele ter desviado recursos do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), extinto, e das estatais mineira, Copasa e Cemig, para sua campanha à reeleição. Em valores atuais, seriam cerca de R$ 9 milhões.
Aliados do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que é pré-candidato tucano à Presidência da República, faziam pressão nos bastidores para que o caso do mensalão tucano não atrapalhasse a campanha. Azeredo chegou a divulgar que faria um discurso em sua defesa na Câmara, mas alegou “motivos de saúde” e cancelou a intervenção.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014


PT X PMDB: Lindbergh abre fogo contra Cabral
 

Josias de Souza

Dez dias depois de desembarcar do governo de Sérgio Cabral, o PT do Rio de Janeiro abriu fogo contra o ex-parceiro PMDB. Fez isso por meio de duas inserções publicitárias de 30 segundos levadas ao ar na noite desta segunda-feira (10), no rádio e na tevê. As peças são estreladas pelo senador Lindbergh Farias, candidato petista à sucessão de Cabral.
No comercial mais áspero, disponível acima, o petismo acusa a gestão Cabral de enganar a população, falseando a resolução de problemas. “A maquiagem é a forma mais fácil de embelezar uma pessoa. Mas, quando é usada para disfarçar problemas, é a forma mais rápida de aumentar o sofrimento de um povo”, diz Lindbergh.
O senador prossegue: “Hoje, as lágrimas do povo do Rio estão desfazendo uma maquiagem feita nos últimos anos. As pessoas estão sofrendo com falta de água, de luz, de transporte, de saúde e educação. É preciso um governo que resolva de verdade os problemas do povo.”
Na segunda propaganda, reproduzida abaixo, Lindbergh mantém a língua em riste: “O transporte no Rio está um caos.” Um locutor declara: “Não se pode jogar fora tudo o que foi feito. Mas não se pode continuar fazendo errado.” Ao desqualificar a gestão Cabral, o PT alveja por tabela o vice-governador Luiz Pezão, que representará o PMDB na disputa.

Assessora Lindbergh na ofensiva publicitária o marqueteiro João Santana. O mesmo que coordena o marketing reeleitoral de Dilma Rousseff. Uma evidência de que Lula, amigo de Santana, retirou o escudo político que oferecia a Cabral e seu grupo. Além de PT e PMDB, outros dois sócios do condomínio pró-Dilma devem lançar candidatos no Rio. O PR vai de Anthony Garotinho. O PRB ensaia o lançamento do ministro Marcelo Crivella (Pesca).
Representado nas negociações estaduais por seu presidente, Rui Falcão, o PT federal esforça-se para expandir as fronteiras da campanha de Dilma no Rio aos palanques de Lindbergh, Garotinho e Crivella. Cabral avisou que pretende franquear o palanque de Pezão a outro presidenciável. Resta saber se algum dos rivais de Dilma se animará a virar sócio da impopularidade do governador

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (29-01-2014 - QUARTA-FEIRA

29 de janeiro de 2014

Correio Braziliense


Manchete: Governo amplia auxílio-moradia para servidores
Uma medida provisória em tramitação no Congresso modifica um benefício amplamente utilizado no funcionalismo público federal: o auxílio-moradia. A MP 632 extinguiu o prazo-limite de oito anos e autoriza por tempo indeterminado o pagamento do adicional, que pode chegar a R$ 4.377. A norma atende especialmente os apadrinhados do governo PT, no poder há 13 anos. Na Justiça, duas decisões também afetam o servidor. O presidente em exercício do Supremo, Ricardo Lewandowski, suspendeu os convênios de adesão ao superplano da Geap. E o Tribunal de Justiça do DF vetou os supersalários de médicos da rede pública, alguns com o contracheque próximo de R$ 50 mil. (Págs. 1 e 2,10 e 20)


As medidas radicais dos emergentes
Turquia, Índia e Brasil adotam medidas drásticas para evitar o derretimento de suas moedas. O BC turco elevou os juros de 7,75% para 12% ao ano. (Págs. 1 e 8)
Entre jantares e conversas
Em Havana, Fidel e Dilma se encontraram por duas horas. Sobre os gastos em Lisboa, a presidente rebateu: “Posso escolher o restaurante que for, desde que eu pague a minha conta”. (Págs. 1 e 3 e 9)
Vale tudo. Até perdoar
Inimigos ferozes desde a Operação Caixa de Pandora, Roriz e Arruda discutem aliança para as eleições. Também desafeto de Arruda, Luiz Estevão viria a reboque ao palanque. "Na política, não existem inimizades incontornáveis nem amizades definitivas", diz Estevão. (Págs. 1 e eixo capital 20)
Em julgamento, os voos de ldeli
A Comissão de Ética da Presidência analisa hoje as denúncias de uso irregular de helicóptero pela ministra. (Págs. 1 e 4)
Briga por voto acirra a rebeldia de PMs
De olho em 90 mil eleitores, entre policiais e suas famílias, lideranças da categoria incentivam movimentos como a Operação Tartaruga.

Muitos deles admitem abertamente a candidatura. (Págs. 1 e 19)
Polêmica: Maconha opõe Justiça e MP
Juiz do DF absolveu um homem acusado de tentar entrar na Papuda com a erva. Promotores contestam a decisão. (Págs. 1 e 23)
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Estado de Minas


Manchete: Quase no ponto
Primeiros ônibus do BRT da capital chegam às empresas que operarão o sistema

O Estado de Minas flagrou um dos veículos articulados, já pintado e adequado às especificações da BHTrans, na concessionária Cidade BH, em Venda Nova. A empresa é uma das responsáveis pelas 15 linhas da primeira etapa do serviço, batizado de Move, cuja entrada em funcionamento está marcada para o dia 15, nos corredores das avenidas Cristiano Machado, Santos Dumont e Paraná. O cálculo é de que sejam necessários pelo menos 89 ônibus para o início da operação. Mas, no início do mês, as montadoras só garantiam a entrega de 42 até a data da inauguração. As obras nas três avenidas, que estão entre 92%e 94% concluídas, terão de ser tocadas em ritmo acelerado.A Sudecap garante que tudo estará pronto a tempo. (Págs. 1 e 17)
Risco à saúde nas manicures
Estudo feito na UFMG revela que mais de 60% dos salões de BH expõem clientes a doenças por falta de higienização dos aparelhos. (Págs. 1 e 19)
Tragédia no Rio
Um caminhão basculante com a caçamba levantada bateu numa passarela de pedestres derrubando a estrutura, que esmagou dois carros e uma moto na Linha Amarela, na Zona Norte. Quatro pessoas morreram, pelo menos cinco se feriram e o trânsito ficou caótico numa das principais vias da cidade. Algumas pessoas que atravessavam a passarela caíram num córrego entre as pistas e foram resgatadas com vida pelos bombeiros. O caminhão trafegava no local em horário proibido e em excesso de velocidade. (Págs. 1 e 7)
Planejamento: Brasileiro não sabe controlar suas finanças
Pesquisa feita em todas as capitais mostra que oito em cada 10 entrevistados têm pouco ou nenhum conhecimento sobre controle de despesas pessoais. Se recebessem inesperadamente um valor cinco vezes maior que o salário, 68% o destinariam ao consumo. E só 49% têm algum dinheiro sobrando no fim do mês. (Págs. 1 e 11)
Autorizado aeroporto privado em Pouso Alegre (Págs. 1 e 13)


Ribeirão das Neves: Presídio privado terá mais 2.016 vagas até dezembro (Págs. 1 e 18)


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Jornal do Commercio


Manchete: Mutirão pelo emprego (Págs. 1 e economia 3)


Vereadores de Caruaru pedem reajuste (Págs. 1 e 4)


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Zero Hora


Manchete: Rodoviários planejam parar 100% dos ônibus da Capital
Sem acordo com empresas e prefeitura, os sindicalistas prometem greve total a partir de hoje, descumprindo ordem judicial que determina 70% da frota nas horas de pico. (Págs. 1 e 8,26,27 e 47)
Executivo: Diárias batem recorde no governo Tarso
Gasto médio anual é 89,7% maior do que o de Yeda e 68,4% maior em relação ao de Rigotto. (Págs. 1 e 6)
Copa nas ruas: Planalto monta estratégia para evitar violência
Protestos recentes contra o Mundial levam à criação de gabinete informal de crise. (Págs. 1 e 4, 5 e 10)
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Brasil Econômico


Manchete: Dilma decidirá áreas afetadas por corte fiscal
O tamanho da redução no orçamento de 2014, que ainda não foi definida, pode resultar em menor gasto com saúde e educação, duas áreas prioritárias do governo. As alternativas em estudo incluem o aumento da meta de superávit primário para algo entre 1,7% e 2% do PIB. (Págs. 1 e 7)
Algo no ar
Vladimir Putin garantiu, em Bruxelas, que a Rússia vai honrar o compromisso de emprestar US$ 15 bilhões à Ucrânia. Ao mesmo tempo em que tenta esvaziar a oposição em Kiev, ele enfrenta problemas de segurança na Olimpíada de Inverno de Sochi.(Pág. 1)
Governo prepara nova lei para imigrantes
A atual legislação é de 1980 e não atende às necessidades do crescente ingresso de estrangeiros, sobretudo do Haiti, Senegal e Bangladesh. Muitos chegam ao país pedindo asilo político, mas acabam permanecendo na clandestinidade. (Págs. 1 e 4 a 6)
Lei de Responsabilidade Fiscal: Prefeituras atrasam envio de informação
Dados do Tesouro Nacional mostram que 344 prefeituras brasileiras — pouco mais de 6% do total — não haviam encaminhado suas contas anuais referentes a 2012. (Págs. 1 e 8)
Campus Party
Encontro amadureceu: foco agora é em investimentos. (Págs. 1, 12 e 13)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (23-01-2014 - QUINTA-FEIRA
 
23 de janeiro de 2014


O Estado de S. Paulo
Manchete: Barbosa ataca colegas que não decretaram prisão de João Paulo
Presidente do STF diz que tomaria decisão mesmo se estivesse interinamente no cargo

Sem citar nomes, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, criticou, em Paris, os ministros Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski, que o sucederam no comando interino do Supremo, por não terem assinado o mandado de prisão do deputado e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no processo do mensalão. Barbosa está em férias desde o dia 7. “Se eu estivesse como substituto jamais hesitaria em tomar essa decisão”, disse. Sobre Cármen Lúcia, ele afirmou: “Não sei qual foi a motivação. Ela não me telefonou, não falou comigo”. Para Barbosa, a decisão de prender o deputado poderia ter sido tomada por quem o substituísse: “O que está havendo é uma tremenda personalização de decisões que são coletivas, mas que querem transformar em decisões de Joaquim Barbosa”. Até 21h30, Cármen Lúcia e Lewandowski não haviam comentado as declarações. (Págs. 1 e Política A4)
60% dos novos médicos de SP são reprovados em exame
Quase 60% dos recém-formados em escolas de Medicina de São Paulo não atingiram o critério mínimo no exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), realizado em novembro. Dos 2.843 participantes que fizeram a prova, 1.684 acertaram menos de 72 das 120 questões. O resultado foi considerado “ridículo” pelo coordenador do exame, Bráulio Luna Filho. (Págs. 1 e Metrópole A14)
Minha Casa entregou menos para pobres
Programa vitrine do governo PT, o Minha Casa Minha Vida, em sua segunda fase, vem entregando em ritmo mais lento as moradias destinadas à população de baixa renda, onde se concentra o déficit habitacional. O programa conseguiu entregar, até o fim de 2013, 75% das moradias contratadas às famílias de classe média e 15% às com renda de até R$ 1,6 mil. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Fotolegenda: Protesto por moradias
Manifestantes, liderados pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, reúnem-se ao lado do Estádio do Morumbi para pedir mais moradias. O governo prometeu fazer análise topográfica, necessária para a construção de casas, na ocupação Nova Palestina. (Págs. 1 e Metrópole A20)
Venezuela muda política cambial
A Venezuela anunciou ontem uma nova política cambial, que representa, na verdade, uma desvalorização disfarçada do bolívar, segundo economistas. (Págs. 1 e Internacional A12)
Trens param e Rio vive caos no transporte (Págs. 1 e Metrópole A19)


Fifa cobrará de Dilma segurança na Copa (Págs. 1 e Esportes A22)


Receita arrecada R$ 1,14 trilhão
Com recursos extraordinários, a Receita Federal atingiu o recorde de R$ 1,14 trilhão em arrecadação de tributos. A desoneração custou aos cofres do governo R$ 77 bilhões. (Págs. 1 e Economia B4)
Eugenio Bucci 
Rolezinho e roleta-russa

Os rolezinhos serão instrumentalizados. Vem complicação por aí, sobretudo porque teremos uma recidiva das manifestações de junho. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Thomas L. Friedman 
WikiLeaks, seca e Síria

Telegrama do WikiLeaks antecipou brilhantemente como as tensões ambientais, como a estiagem, alimentariam a insurgência na Síria. (Págs. 1 e Visão Global A11)
Notas & Informações
A lógica da infidelidade

Dilma Rousseff vai escancarar as portas do governo para “aliados” que garantirão o PT no poder. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense


Manchete: O milagre
As cenas do atropelamento chocaram o Brasil. Mas João Pedro, 5 anos, e a avó, Vilma, 56, saíram debaixo do carro com ferimentos leves. “Foi Deus que colocou a mão", diz Vilma. 0 menino, atingido duas vezes pelo veículo, já até brincou de bola. A polícia de Anápolis investiga se o motorista estava em alta velocidade. (Págs. 1 e 24)


O descaso

Depois de duas tragédias em três meses, o governo interditou o viaduto da QNN 5/7, em Ceilândia. O alagamento causou a morte de Manoel Júnior, 20 anos, na terça-feira. Mas o problema era conhecido desde outubro, quando Geovana Oliveira, 3, faleceu no local. GDF reconhece que houve demora nas obras. (Págs. 1 e 22 e visão do correio, 14)


O abuso

Crime de trânsito, dano ao patrimônio público e corrupção de menores. Na cadeia, sem direito à fiança, Jonathan Saboia pode pegar até 11 anos de prisão pela noite de irresponsabilidades. Bêbado, ele capotou o carro na Esplanada e quebrou uma vidraça do Congresso. Ainda levava um rapaz de 17 anos no veículo. (Págs. 1 e 25)
Dilma lança manual de repressão padrão Fifa
O governo federal elaborou uma cartilha para controlar protestos e manifestações nos próximos meses. O documento, ainda a ser publicado, autoriza o uso de armas não letais e cria Centros de Comando longe das áreas de conflito. Especialistas veem medidas com ressalvas. Em outra frente, Planalto designou ministros para atuar no imbróglio dos rolezinhos. (Págs. 1 e 7, 8, Tereza Cruvinel, 4 e superesportes)
Óleo no Paranoá provoca cizânia
O GDF responsabiliza as caldeiras do Palácio do Planalto pelo vazamento de 3,2 mil litros de substância poluente no lago. Após a Secretaria da Presidência responder que a afirmação é precipitada, autoridades locais vão aguardar resultados definitivos. Multa pode chegar a R$ 50 mil. (Págs. 1 e 21)
Ministério vale o adeus à consultoria
Investigado por ser sócio de uma empresa que teve contrato com prefeituras petistas, conforme antecipou o Correio na terça-feira, Artur Chioro deixará os negócios para assumir a Saúde. (Págs. 1 e 2)
Mal-estar à francesa no Supremo
De Paris, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, criticou os colegas por não assinarem o mandado de prisão do deputado João Paulo Cunha (PT-SP). As declarações foram mal recebidas por integrantes do Supremo e pela defesa do petista. (Págs. 1 e 3)
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Estado de Minas


Manchete: Notícias de um país surreal
Não pague. Comunidades virtuais foram criadas no Facebook para denunciar preços de arrepiar até os bigodes do mestre do surrealismo, Salvador Dalí. A onda começou no Rio, pedindo boicote a coco vendido a R$ 6 e misto quente de R$ 20 nas praias. Logo chegou a outras capitais. A BH $urreal – não pague surgiu domingo e já atraiu 7,8 mil seguidores. Casa de show cobrando R$ 5 por água mineral e bar vendendo 300g de batata frita por R$ 21,90 estão entre os repudiados. A ideia é simples: deixar de comprar até os preços voltarem a ser reais. Abra o olho!

Daqui

Em BH, o assombro não vem apenas dos preços exorbitantes. A Polícia Militar parou de prender flanelinhas irregulares por exercício ilegal da profissão, mesmo a lei determinando multa e cadeia para os que não têm autorização do poder público. O curioso é que a PM se ampara em sentença do Supremo Tribunal Federal, que considerou a questão menor, sujeita a penas administrativas. Se está difícil para quem usa carro, complicou também para passageiros de avião. Dois pousos foram abortados no aeroporto da Pampulha devido à presença na pista de capivaras, que se multiplicam sem controle na lagoa. E os fatos inusitados não pipocam só na capital. Em Paraguaçu, no Sul de Minas, os vereadores interromperam as férias por um dia. Motivo: votar aumento de salário para eles mesmos, para o prefeito e para os secretários. Depois voltaram para o “merecido descanso”.

Dali

De Brasília chegam mais ocorrências bizarras. O novo ministro da Saúde, Arthur Chioro, antes mesmo de assumir o cargo já é investigado por ter uma consultoria, a Consaúde, que presta serviço a prefeituras. Ele deve deixar a empresa ● No Palácio do Planalto, o vazamento de uma caldeira da cozinha produz mancha de óleo no Lago Paranoá ● E por falar em lago, apesar de as chuvas terem causado destruição e morte Brasil afora, os reservatórios das hidrelétricas estão baixos, obrigando ao uso de termelétricas e com risco de contas mais caras. (Págs. 1, 3, 5, 10, 12, 17 e 18)
Perrellas: Justiça autoriza quebra de sigilos bancário e fiscal
O senador Zezé Perrella e o filho, o deputado estadual Gustavo Perrella, são investigados por improbidade administrativa. Família teve R$ 14,5 milhões em bens bloqueados. (Págs. 1 e 2)
Saúde: Vacinação gratuita contra HPV começa em 10 de março (Págs. 1 e 24)


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Jornal do Commercio


Manchete: Feras contam os minutos
Será divulgado, hoje, às 11h, o listão com o nome dos 6.607 alunos aprovados no vestibular da UFPE, o mais disputado do Estado. No site da Covest, estudantes que não entrarem na relação podem saber suas chances de remanejamento. (Págs. 1 e cidades 1)
Dilma inaugura Arena das Dunas
Estádio potiguar é o sétimo a ficar pronto para a Copa. Houve protesto. (Págs. 1 e economia/esportes 8)
Distribuição de gás no Estado será ampliada
Gasoduto de 125 km vai levar o produto de Caruaru até Arcoverde. (Págs. 1 e economia 1)
Prisão nos EUA: Itamaraty não pode ajudar pernambucana acusada de sequestrar a filha. (Págs. 1 e 14)


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Zero Hora


Manchete: 14 mil na fila por consulta com ortopedista na Capital
Estimativa da Secretaria Municipal de Saúde é de que só 1,5 mil pacientes sejam atendidos ao longo deste ano nessa especialidade médica. Para zerar o atendimento, seriam necessários pelo menos 10 anos. (Págs. 1, 38 e 39)
Kiss - um ano: Vazios que a tragédia eternizou
Uma série de retratos mostra como famílias lidam com ausências. (Págs. 1 e 45 a 47)
Campanhas de trânsito: Gastos não acompanham alta na receita do Detran
Órgão arrecadou 47,6% a mais em 2013, mas não investiu proporcionalmente em prevenção. (Págs. 1 e 8)
Decisões contra perdas: Justiça eleva pressão por correção de FGTS
Adoção de índice de inflação para atualizar saldo do fundo começa a ter sentenças favoráveis. (Págs. 1 e 20)
Paz na Síria: Conferência na Suíça tem clima tenso
“Genebra II não produzirá um acordo”, diz analista libanês. (Págs. 1, 36 e 37)
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Brasil Econômico


Manchete: Refeição fora de casa ainda vai pressionar a inflação
Os preços cobrados por restaurantes, bares e lanchonetes devem continuar a subir este ano, seguindo tendência de 2013. Os sindicatos já começaram a negociar com as empresas o reajuste do tíquete alimentação, tendo como referência as elevadas taxas do IPCA e de serviços. A Copa do Mundo também contribuirá para elevar os preços. (Págs. 1 e 4)
Navegando no pré-sal
Reconhecido como um dos mais eficientes construtores navais do Brasil, o Brasfels (antigo Verolme) recebeu na última terça-feira o casco da sonda de perfuração Urca, contratada pela Sete Brasil. Serão seis unidades que prestarão serviços à Petrobras. (Págs. 1 e 8)
Investimento: BNDESPar terá fundo para PME
Braço de participação do BNDES vai utilizar norma da CVM que permite aplicações em empresas, sem atuar na gestão. (Págs. 1 e 18)
Desigualdade: Bilionários no Fórum de Davos esperam ficar mais ricos (Págs. 1 e 24)


Arrecadação: Tributos batem recorde
O total arrecadado pela Receita em 2013 chegou a R$ 1,138 trilhão, resultado de impostos, contribuições e ingressos extras. (Págs. 1 e 6)